EDIÇÃO ESPECIAL 1 ano do Blog O DEMOCRATO
DIVULGAR VIOLÊNCIA É LUCRATIVO, VENDE BEM E FAZ SUBIR A AUDIÊNCIA...
ISTO É O QUE IMPORTA PARA A MAIORIA DAS EMPRESAS DE COMUNICAÇÃO DO BRASIL... IBOPE!!!
Hoje, a "mercadoria" da vez é o assassinato da menina ISABELLA, até que passe o interesse dos "consumidores", como por exemplo, passou e não se fala mais nos casos que vamos relembrar nesta matéria:
VOCÊ AINDA É CAPAZ LEMBRAR DELES?: Todos estes casos tiveram repercussão nacional
Giorgio Renan Ernlund Metynoski
27 de maio de 2002. Curitiba – PR, excelente filho e aluno, seu sonho: ser veterinário, eleito o melhor aluno de sua escola e cursava a 5ª série, quando, aos 10 anos de idade, um tiro de espingarda 16 mm, a queima roupa, no pescoço, causou sua morte instantânea.
Seu assassino: um menor de 14 anos, colega de classe, que mesmo apresentando sérios distúrbios psicológicos, idade bem acima dos demais alunos e acompanhado pelo Conselho Tutelar e foi colocado as crianças normais na escola.
E apesar de todas as evidencias de crime, o menor foi apenas “Condenado a se tratar do trauma de ter matado o Giorgio” ficou apenas três dias detido, hoje se encontra solto e convivendo novamente com crianças normais em uma escola, devidamente “protegido pelo Conselho”. Gabriela Prado Maia Ribeiro
25 de março de 2003. A estudante Gabriela Prado Maia Ribeiro, teve a vida interrompida, durante um assalto no metrô da Tijuca. Filha única do casal, esta linda menina de olhos azuis, doce, amiga e excelente estudante, teve todos seus planos de vida destruídos pela violência que assola a sociedade brasileira.
Era a primeira vez que Gabriela saía de casa sozinha e ao entrar na estação de metrô, foi atingida por uma bala perdida de um tiroteio entra ladrões e policiais.
Tinha apenas 14 anos. 
Felipe Caffé e Liana Friedenbach Ele foi assassinado no dia 02 de novembro de 2003 e ela, três dias após, no cativeiro de seus algozes, no dia 05.
O casal de namorados, passava o final de semana acampados numa chácara em Embu-guaçu, na grande São Paulo. Ele teve sua vida ceifada com um tiro na nuca e ela foi violentada e torturada pelo mesmo grupo de três assassinos, entre os quais o menor conhecido por "CHAMPINHA".
Ela, após assistir a morte cruel do namorado, passou três dias, além ser violentada, sendo ameaçada com uma faca. Assustado com o grande número de policiais que vasculhavam a região em busca do casal, Champinha resolveu mata-la. Junto com Aguinaldo, levou Liana para dentro da mata e lhe deu-lhe duas facadas no peito. A jovem caiu e em seguida levou mais 12 estocadas no tórax e uma no pescoço, um golpe tão profundo, que por pouco não chegou a delogá-la. Você lembra disso? Os assassinos aguardam julgamento, mas Champinha estará livre em alguns meses. Gabriel Jatobá Texto escrito por Aparecida Abreu, mãe da vítima.
Em 19 de junho de 1997, Gabriel Jatobá, que aos dois anos de idade foi envenenado pela namorada de seu pai, que é usuária de drogas e traficante. No organismo do Gabriel foi encontrado uma grande quantidade de veneno, pois o objetivo dessa mulher era matá-lo rapidamente. Essa assassina foi condenada em 2003 a 28 anos de reclusão, em regime fechado por seis votos a um, por esse crime triplamente qualificado, premeditação, uso de veneno e por ter sido um crime cometido contra uma criança.Em 06 de janeiro do mesmo ano, através de recurso denominado protesto por novo júri, que a lei de nosso país permite, para quem recebe pena acima de 20 anos no primeiro julgamento, ela teve como advogado de defesa, que verbalizou em plenário que estava a defendendo à pedido de dois desembargadores, o Paulo Ramalho, aquele defensor de assassinos frios e sanguinários como Guilherme de Pádua e Paula Thomas. Infelizmente, o tribunal do júri é composto por pessoas leigas que se deixam levar por um pseudo profissionalismo que resume-se em gritos histéricos e muitas, mais muitas mentiras, fora é claro a troca de favores e a politicagem que impere dentro do sistema judiciário.Jamais imaginei que um dia pudesse estar passando por essa situação, vítima de uma violência absurdamente hedionda, porque o crime foi por ciúme, vítima de um emaranhado de mentiras que acabou por prevalecer e vítima de um sistema corrupto e falido que é o sistema judiciário. A assassina foi absolvida por 4X3. Gabriel era meu filho, que era tratado com todo o carinho, respeito e muito amor.Peço todo dia ao Pai que perdoe quem a absolveu aquela assassina, pois eles não sabem o que fizeram. Temo somente pela próxima vítima, que sofrerá tudo o que meu filho sofreu e continua sofrendo com tamanha injustiça. A minha única esperança é Deus e pessoas de valor que encontrei ao longo dessa “via crucis”. Eu não tive dinheiro nem influencia para pedir pela dignidade de meu filho, mas tenho a verdade e a fé que com certeza removerá toda essa podridão e fará com que a justiça dos homens, verdadeiramente, aconteça.
Tainá Alves de Mendonça Dia 11 de agosto de 2002. Dia dos Pais.Tudo lindo e maravilhoso. Ninguém espera que algo de muito ruim possa atravessar o nosso caminho. Este dia lindo e maravilhoso se tornou um dia tenebroso, que se pudesse riscá-lo do calendário, com certeza faria. A menina Tainá de 05 anos e 8 meses, linda e maravilhosa, cheia de charme, com sorriso cativante, alegrava o ambiente, onde quer que fosse, com todas as pessoas. Era um sol que irradia a vida, mas........infelizmente, tudo mudou. Numa briga de trânsito, a pequena Tainá foi vítima da violência, foi assassinada por Rodrigo Farrampa. Ela foi socorrida, e levada ao Hospital Panamericano, mas infelizmente após 03 horas veio a falecer.O fato foi muito divulgado na época e nos últimos dias quando do julgamento , O julgamento ocorreu nos dias 28 e 29/07/2004. O indivíduo foi julgado e sentenciado a cumprir a pena de 16 anos, pelo assassinato da pequenina Tainá. Após 16 anos de reclusão, o sujeito estará livre, e a minha pequenina Tainá, estará com 22 anos, e ela voltará ao nosso lar? Não, jamais a família poderá recebê-la, abraçá-la, ouvi-la..... Nada, jamais! Apenas viveremos com a dor e as lembranças da pequenina Tainá que não teve direito à defesa, direito à vida, foi condenada à morte .QUE PAÍS É ESTE? João Hélio Fernandes
Em 07 de novembro de 2007, João Hélio estava no carro com sua mãe e sua irmã de treze anos, quando foram abordados por assaltantes, na cidade do Rio de Janeiro. A mãe e a irmã conseguiram escapar, mas quando a mãe tentava soltar o garoto do cinto de segurança, os bandidos arrancaram o carro. João Hélio ficou preso ao cinto e foi arrastado por 7 km.
Segundo uma testemunha que perseguiu os bandidos, eles iam em ziguezague tentando se livrar do corpo. Eles arrastaram o corpo por sete quilômetros com a criança batendo na roda traseira e no chão, quicando. Eles viram o corpo e foram muito frios. A gente vê isso pela forma como foi deixado o carro. Ele foi estacionado num canto da rua. Então, eles sabiam o que estavam fazendo – afirmou a testemunha.
Isabella Nardoni
Em 29 de março de 2008, Isabella Nardoni, 5 anos, foi encontrada ferida, no sábado, dia 29, no jardim do prédio onde moram o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Trotta Peixoto Jatobá, na zona norte de São Paulo. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada ao Pronto-Socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h. (NOTÍCIA DO DIA 30/03/2008)
HOJE: A polícia já tem com certa a autoria do crime. O pai e a madrasta de Isabella são indiciados como seus executores.
ATÉ QUANDO O CASO ISABELLA VAI NUTRIR A IMPRENSA QUE SE "ALIMENTA DO SANGUE" DE VÍTIMAS INOCENTES, DA DOR E DO DESESPERO DE SEUS PARENTES?
QUEM SERÁ A PRÓXIMA VÍTIMA? OU MELHOR, QUAL SERÁ O PRÓXIMO CASO CAMPEÃO DE AUDIÊNCIA?
VIOLÊNCIA! VIOLÊNCIA! VIOLÊNCIA! DINHEIRO! IBOPE! AUDIÊNCIA!
E A JUSTIÇA Ó...........................................................(Lembra do Prof. Raimundo?)
VEJA MAIS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA QUE JÁ NÃO INTERESSAM À IMPRENSA: Acesse:http://www.giorgiorenanporjustica.org/albumdevitimas.htm
George Macário - Editor
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